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A Apple já provou que de interfaces ela entende. E não é apenas de interface gráfica, projetada em tela, mas também de interfaces em projeto de produto. Das três grandes novidades reveladas por patentes registradas pela empresa, duas são nesta área e sinalizam o que pode aparecer nos novos iPhones e iPods - ou apenas provocar mais rumores.
Identificação de impressões digitais: este recurso permitirá que o telefone identifique cada dedo do usuário, de modo que cada um possa ter uma ação associada a ele, mais ou menos como atalhos.
Feedback háptico: em vez de simplesmente tocar a tela e ela mostrar uma resposta visual, o usuário poderá ter um feedback tátil. A tela gerará texturas, de modo que não será mais tão necessário olhar para ela para saber o que está acontecendo com seu iPhone.
Leitor de RFID: não imagino como isso será implementado, mas diz o documento da patente da Apple que os aparelhos do futuro virão com um leitor desses na tela.
Um amigo meu, quando adquiriu um iPod touch para substituir o nano velho de guerra, disse que a única coisa que sentia falta no player novo era da possibilidade de dar play, pausar, trocar de música e baixar o volume sem ter que tirar o iPod do bolso. Se as novidades forem mesmo implementadas, em breve esse problema terá fim.
Fonte: Mac Rumors
Lembram do caso Fnac? Mobilizou muita gente que achou que ia se dar bem, mas no fim das contas os oportunistas felizmente ficaram na mão. Se você não esteve no Planeta Terra nos últimos seis meses, pode ler este excelente texto do Gizmodo para se inteirar do assunto. Isso foi só pra dizer que aconteceu de novo, mas foi em Taiwan e com a Dell. Só que lá o desfecho foi bem diferente.
Muito provavelmente por causa de um "typo", um monitor de 19" que deveria custar o equivalente a 150 dólares saiu por 15. Quando o povão viu a bocada, aproveitou o quanto pôde durante as 8 horas em que o erro passou desapercebido, o que resultou em 140 mil monitores comprados por trambiqueiros a preço de banana, provando que não é só no Brasil que existe o famoso "jeitinho". Porém, o governo julgou que a Dell não estaria agindo de forma justa (hein?) ao não entregar a mercadoria e quer obrigar a empresa a completar as vendas.
A empresa vai tentar negociar pra não levar prejuízo, oferecendo algum tipo de brinde, desconto ou oferta especial para as "vítimas" do erro, coisa que ela nem teria obrigação de fazer num caso desses.
Fonte Channel Register [via Gizmodo]
Quando a Microsoft anunciou o Zune HD com "spec techs" de dar inveja e mais aquela montanha de serviços, imaginava-se que a empresa queria competir de igual pra igual com a Apple e seu iPod touch. Mas a coisa não pára por aí, vem muito mais pela frente.
O Zune HD, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano, é apenas uma pequena peça de toda uma rede de produtos e serviços, que integra o Zune Marketplace e a Xbox Live e, pelos rumores que circulam, vai ganhar mais um companheiro: o Zune Phone, codinome "Pink".

Previsões apontam para 2010 como a possível data de lançamento do Pink. Já se especulou se ele seria apenas mais um apanhado de serviços ou um aparelho de fato, mas de acordo com novos rumores, é realmente um aparelho que está a caminho. Uma fonte do ZDNet divulgou uma lista de especificações técnicas para o possível telefone da MS.
Não é de se admirar. A Microsoft tem ampla e notória experiência no que diz respeito a hardware, software e distribuição de serviços e conteúdos digitais. Então, apesar de haver empresas muito bem consolidadas brigando por clientes para seus aparelhinhos, dá pra se dizer que a empresa do "outro Steve" tem muita bagagem, além de já atuar na área, mas em outro segmento. Com o novo Zune, o terreno estará bem preparado para a chegada de mais um produto no ramo hiper-concorrido de telefonia móvel.
[via Engadget]
Há uma briga quase tão acirrada entre os usuários do VirtualBox e os do VMWare quanto a dos Lusers (“Linux USERS”) e Winers (“WINdows usERS”). Pausa para que todas as salsas entendam a piada. Outra pausa para o apedrejamento.
Para os adeptos do software da Sun, uma boa notícia: saiu a versão 3.0.0. Entre as novidades, estão o suporte a até 32 CPUs para o sistema “guest”, Direct3D (se o “guest” for Windows, claro) e OpenGL (para GNU/Linux®, Solaris e Windows).
Há também uma enorme lista de correções e versões disponíveis para Windows, OSX, GNU/Linux® e Solaris. São aproximadamente 68MB na versão para o sistema de Redmond.
Particularmente, já tive más experiências com o VirtualBox, mas a relação custo/benefício é matadora, ao menos para uso pessoal. Vale o download.
A portabilidade começou devagar no Brasil há exatos 10 meses. Começou em regiões menos populosas, até alcançar todo o Brasil em março desse ano. Mesmo assim o começo foi devagar, menos de 1% das pessoas pediam a portabilidade no começo das operações de cada região. Só que com o tempo esses números foram crescendo e essa semana chegaram à marca de mais de 2 milhões de pedidos, sendo que já foram migradas cerca de 1,5 milhões. Desses números, 33% representam telefonia fixa e 67% telefonia móvel. O estudo foi feito pela ABR Telecom, empresa responsável pela portabilidade numérica no Brasil.
Minha experiência pessoal com a portabilidade veio com a queda brusca do sinal da operadora TIM SP em casa e no trabalho. Já havia ligado algumas vezes reclamando e logicamente nada (duvido que eles iam me dar uma antena de presente), quando eu me cansei decidi voltar para a Claro (onde fiquei 7 anos, mas que pisaram muito na bola). Decidi voltar para a Claro por "test-drives" de celulares de amigos e conhecidos em ambos os ambientes e com todas as operadoras. Bem, após contatar a Claro e pedir a portabilidade, passado algumas horas a TIM me liga oferecendo um N95 (não, obrigado), R$ 60,00 de desconto na mensalidade por 12 meses e um prazo para resolverem o problema do sinal. Passado esse prazo, a TIM melhorou pouco o sinal, mas melhorou. Mesmo assim entram em contato constantemente, já pediram testes etc. Essa é uma dica minha como usuário de telefonia móvel pós-paga e que não gasta milhões de celular por mês, na verdade gasto bem pouco. Segue a dica para os leitores do Meio Bit: vale a pena pechinchar e levar a briga adiante.
Link: TI Inside
Se juntar Kim Jon Ill, Hugo Chavez, Evo Morales e Ahmadinejah em um liquidificador da Blendtec, filtrar a relevância e deixar secar o que sobrar, com certeza teremos Richard Stallman. A maioria dos sites publica suas declarações apenas pelo valor humorístico, como a brilhante "Liberdade não é liberdade de escolha".

Agora o novo alvo do maior antipropagandista do Software Livre desde o GnuBabySealKiller 1.0 é o Mono, mais precisamente o C#.
A decisão do Ubuntu em manter o Mono, implementação Open Source do .Net, e do Debian, de incluir suporte a Mono e aplicações rodando no framework em sua versão 5.0, codinome "Lenny" caiu foi um banho de água fria no Fundador da Free Software Foundation.
Stallman acredita que o Mono é parte de um plano maligno da Microsoft, Fonte de Todo o Mal para destruir o Linux acrescentando-lhe funcionalidades.
Diz ele que o problema não são as aplicacões em si, mas o medo de que a Microsoft um dia exerça seus direitos de patentes sobre o C#.
Se a Microsoft fosse a única detentora de patentes do planeta, eu entenderia. Se o Mono não fosse Software Livre, reconhecido por TODOS os envolvidos sérios do Movimento, inclusive pelo pessoal do Debian, notórios "chatos", eu entenderia.
Só não entendo a necessidade do Stallman de falar besteira, sem antes pesquisar 5 minutos em seu navegador web via email e descobrir que C# é um Padrão ISO / ECMA, e se é para ter medo da Microsoft por causa de patentes de um padrão ISO, temamos então o ODF também.
Fonte: Desktop Linux
Foi lá pelos idos de 1983. Eu, ainda moleque, estava maravilhado com o relógio digital do Ford Del Rey, achando que nada superaria aquele brilho azul, que havíamos chegado ao auge da tecnologia (dêem um desconto, ainda não tinha nem dez anos). Eis que de repente surge um primo, voltando de férias dos EUA, trazendo nas mãos um pequeno aparelho (pequeno para a época) que, vejam só: tocava fitas cassete! UAU!
Era um Sony Walkman e foi nesse exato momento que a Sony ganhou minha admiração eterna. Era um tocador de fitas cassete portátil! Eu podia ouvir música em qualquer lugar! Não importava o peso, não importava que era preciso trocar as duas pilhas AA todo dia, não importava que o fone-de-ouvido tivesse uma “almofadinha” que se soltava a toda hora… o que importava era que aquela maravilha tecnológica estava ali, ao meu alcance! Claro… a campanha de marketing da Sony ajudava…
Eu e milhares de pessoas ao redor do mundo estávamos apaixonados pela criação de Kozo Ohsone a pedido de Masaru Ibuka, presidente honorário da Sony. A história mais conhecida é a de que o aparelho teria sido desenvolvido a pedido do próprio Akio Morita, mas não é o que aparece na página da empresa. As vendas começaram dia 1 de julho de 1979 e, a despeito da desconfiança da diretoria da empresa, foi sucesso instantâneo.
Ao contrário do que muita gente pensa, já havia tocadores/gravadores portáteis (não tão portáteis), na época (os da Sony se chamavam Pressman e há um modelo fabricado até hoje). Mas eram caros, voltados a jornalistas e gravavam som monofônico. Com os Walkman (a Sony abomina o termo “Walkmen”), o som era estéreo, o que fazia toda a diferença!
Com o avanço tecnológico, a marca “Walkman” se espalhou por outras mídias e equipamentos, como os tocadores de CD (chamados, no Japão, de CD Walkman), HDs, minidiscs e telefones celulares. Com sua obsessão por padrões proprietários, a Sony deixou de dominar o mundo com seus Minidiscs (até hoje, na minha humilde opinião, a melhor e mais elegante forma de se ouvir/carregar suas músicas), mas isso já é outra história.
Alguns modelos de Walkman que tocam fitas cassete ainda são produzidos, mas sem o mesmo brilho de outrora. Mas se hoje a “geração iPod” existe, é graças a esse venerável e brilhante aparelho.